17 de dez de 2007

17/12/07

Eu sei que devem existir zilhões de coisas mais interessantes do que ir à São Paulo, num domingo que não parece domingo, visitar um lugar que você pensa ser o máximo, mas quando chega lá, vê que não é tão badalado assim e ser expulsa de quase 5 locais proibidos em menos de três horas. Mas isso tudo que eu acabei de falar, tornou o meu domingo entediante num dia tão feliz. Dias desses que agente guarda pra sempre na memória, sabe como é?

Não deixa de ser estranho essa minha paixão por dias em que tudo dá errado e isso faz a diversão da galera. Acontece o tempo todo e talvez seja mesmo o melhor jeito de se divertir. E como eu já havia dito no primeiro parágrafo, esse domingo em especial, foi ao mesmo tempo em que curioso, um dia feliz; porque foi assim que me senti. Feliz e mais espontânea também; como se eu estivesse comigo mesma, e ninguém notasse meus erros, minha falta de tato e minha insensatez. Só eu reparava em mim, mesmo com todos os olhos voltados pra direção da porta do metro. Só eu dançava, mesmo com outras garotas dançando, e só eu sorria, mesmo com toda aquela alegria contagiante solta no ar. No meu ar, no ar das pessoas que esculpiram o meu domingo...

Parecia até um sonho... Mas foi real.

Nenhum comentário: