31 de jan de 2008

Um viva para o primo feio da ironia

As pessoas são muito engraçadas;
Não que isso signifique simpatia ou algo do gênero, pelo contrário.
Eu odeio palhaços.
Gosto de humor e não de palhaçada.
Mas hoje,estou de mau humor.
Eu não vou sair por ai descontando em quem não tem absolutamente nada haver com a minha vida, ou com os meus transtornos.
Também não vou descontar em quem tem uma ou até duas parcelas nisso.
Além de engraçadas, ultimamente as pessoas andam desenterrando um sarcasmo, que sinceramente não sei de onde vem.
Juro que se tivesse essa facilidade para zombar da realidade, perderia metade dos amigos que eu tenho;
Fora as brigas que certamente arrumaria com as pessoas da minha vizinhança.
Não sei, acho que todas as vizinhanças são iguais.
Acho até que se eu perdesse tempo e linhas aqui dando características das mesmas, seria tempo jogado fora, e cansaço demais para mim.
E eu nem quero falar das pessoas ao meu redor.
Mas sim, das pessoas que não estão aqui.
Se eu tivesse a oportunidade de expor tudo o que eu penso sobre algumas pessoas engraçadas, seria muito, mais muito satisfatório.
A vida é feita de momentos,não é?
Seria um momento de pura sinceridade.
Sarcasmo não.
Sarcasmo já está ultrapassando todos os limites dessa era digital.
Ironia à parte.
Palhaçadas também.
Eu poderia aprender tantas coisas, como banalizar o amor, banalizar a si mesmo, tornar mesquinhas e arrogantes algumas atitudes e ainda subestimar as pessoas menos engraçadas do que eu.
Poderia também aprimorar alguns dos meus defeitos.
Ou então, encontrar em mim adjetivos novos que eu nem conheça...
Talvez a culpa disso tudo esteja nessa maldita inclusão digital.
Se os palhaços do Brasil tivessem mais interesses, oportunidades ou bom humor, nada disso estaria acontecendo.
Vou dar um exemplo bastante expressivo...
Eu não estaria aqui, escrevendo e postando esse texto absurdo.

2 comentários:

Eliezer Muniz disse...

adoro quando voce perde as estribeiras, chuta opau da barraca e não dá nomes aos bois....

Eliezer Muniz disse...

adoro quando voce perde as estribeiras, chuta opau da barraca e não dá nomes aos bois....